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registro de autoridade

Faculdade de História

  • BRUFGFH
  • Entidade coletiva
  • 1968

Universidade Federal de Goiás foi criada no dia 14 de dezembro de 1960 com a reunião de cinco escolas superiores que existiam em Goiânia: a Faculdade de Direito, a Faculdade de Farmácia e Odontologia, a Escola de Engenharia, o Conservatório de Música e a Faculdade de Medicina..Com a Reforma Universitária durante o regime militar, houve um plano de reestruturação da universidade brasileira, idealizado a partir do acordo MEC/USAID, deflagrado pelas Leis nº 5540 de 28 de novembro de 1968 e nº 5692 de 1971 e pelo Decreto nº 63817 de 16 de dezembro de 1968. Foi extinto o sistema de cátedras (Decreto nº 53), ocorrendo o desmembramento das unidades existentes em Institutos e Faculdades, com funções diferenciadas e a centralização de matrículas e de inscrições aos vestibulares, que anteriormente eram feitas nas diversas unidades. Nesse mesmo processo, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras foi desmembrada, dando origem ao Instituto de Ciências Humanas e Letras, ao Instituto de Química e Geociências e à Faculdade de Educação. O curso de História foi vinculado ao Instituto de Ciências Humanas e Letras.

Com o crescimento das demandas da Universidade, o Instituto de Ciências Humanas e Letras foi reformulado, dando origem a duas novas unidades acadêmicas, a Faculdade de Letras e a Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia. Como resultado desse processo a Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia passou a abrigar os departamentos de História, Filosofia e Ciências Sociais. Novamente, o crescimento das demandas e a necessidade de adequação da Faculdade aos novos modelos administrativos em vigor na Universidade Federal de Goiás, o Consuni, atendendo aos reclames da comunidade acadêmica de história e ciências sociais, decidiu pelo desmembramento da Faculdade em três novas unidades acadêmicas. Assim, em 2009 foi criada a Faculdade de História. Atualmente a Faculdade de História conta com um corpo docente de 29 professores doutores, oferecendo cursos de bacharelado em história matutino, especialização em história cultural vespertino, licenciatura em história noturno e mestrado e doutorado em história vespertino.

Faculdade de Educação Física

  • BRUFGFEF
  • Entidade coletiva
  • 1996

A Faculdade de Educação Física, criada pela portaria 1150 de sete de novembro de 1996, com sede no Campus Samambaia, em Goiânia, capital do Estado de Goiás, é uma unidade acadêmica da Universidade Federal de Goiás, instituição pública federal de ensino superior. Em 1996, com a reforma estatutária, assume configuração definitiva de Faculdade, embora já exista desde 1989, quando iniciara o curso de graduação. Antes disso, funcionava como Coordenação de Educação Física, responsável apenas por ministrar a disciplina Educação Física, vinculada aos demais cursos da UFG.
Esta unidade acadêmica goza de autonomia didático-científica, pedagógica e de conservação patrimonial conforme preza o estatuto da UFG, devendo estar organizada administrativa e funcionalmente através de regimento interno, normas complementares e atos normativos implementados pelas instâncias e conselhos superiores da Universidade.
Na organização, implementação e desenvolvimento de suas atividades acadêmicas a Faculdade de Educação Física se norteará pelos seguintes princípios:

a) gratuidade do ensino, gestão democrática e sociabilização do saber a todos;
b) respeito a diversidade e ao pluralismo de idéias;
c) indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e extensão;
d) universalidade do conhecimento e fomento à interdisciplinaridade;
e) compromisso com a qualidade do ensino e com os serviços prestados à sociedade;
f) compromisso com a formação humanista e com a preparação plena para o exercício da cidadania;
g) compromisso com a paz, com a cooperação, com a defesa dos direitos humanos e com a preservação ambiental;
h) compromisso com a democracia e com o desenvolvimento cultural, artístico, técnico-científico e sócio-econômico do País.

A Faculdade de Educação Física atuando em pleno acordo com os princípios supracitados, como finalidade básica, transmitir, sistematizar e produzir conhecimentos, ampliando e aprofundando a formação do ser humano para o exercício da reflexão crítica, da descoberta do saber e da criatividade visando qualificar profissionais com capacidade técnica, política e social para intervir no sentido de responder adequadamente sobre os problemas da cultura , da ciência e da sociedade.
No sentido de conseguir o pleno desenvolvimento destas finalidades a Faculdade de Educação Física deverá:

a) promover, através do ensino, pesquisa e extensão, nos vários níveis acadêmicos, e todas as formas de conhecimentos relativas a cultura corporal humana;
b) ministrar atividades acadêmicas visando formar cidadão capacitados ao exercício da investigação, do magistério e da interação aos diversos campos do saber, do trabalho e da cultura;
c) manter uma interação orgânica entre a Universidade e a Sociedade através dos vários serviços acadêmicos, em particular, nas áreas científicas e educacionais;
d) desenvolver programas de pesquisa e de intervenção social no sentido de contribuir com a resolução de problemas sociais e com a qualidade de vida humana;
e) Desenvolver programas de cooperação, convênios científicos e tecnológicos com entidades organizadas da sociedade civil na área de Educação Física, Esporte e Lazer;
f) expandir suas atividades (interiorização ) junto aos campi avançados e cidade estratégicas do interior do Estado que represente interesses científicos e sociais para a área de Educação Física;
g) criar programas/projetos visando o apoio e o estímulo ao desenvolvimento sócio-cultural, pedagógico e educativo em comum acordo com os interesses da comunidade estudantil.

A estrutura da Faculdade de Educação Física está organizada dentro de uma hierarquia das funções das instituições públicas federais e dentro do princípio do trabalho coletivo, da seguinte forma:

1. Assembléia da Unidade Acadêmica
2. Conselho Diretor
3. Diretoria
4. Coordenadoria do curso de Graduação
5. Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação
6. Coordenadoria de Extensão e Cultura

Faculdade de Letras

  • BRUFGFL
  • Entidade coletiva

Em 14 de dezembro de 1960, o Presidente Juscelino Kubitschek, no alto da escadaria que dá acesso ao Palácio das Esmeraldas, na Praça Cívica, assinou, diante da multidão, a Lei n.º 3.843 C que criava a Universidade Federal de Goiás.

Se a luta pela criação da UFG foi a luta de muitos, podemos até afirmar, que todo o povo goiano – governo, estudantes, intelectuais – a luta para criar a Faculdade de Filosofia foi de um homem – o Prof. Colemar Natal e Silva, primeiro Reitor da Universidade. Idealista de visão dinâmica e clara dos problemas universitários, sentiu que faltava à Universidade aquele princípio unificador, um núcleo central em torno do qual gravitassem as atividades universitárias sem o qual a Universidade continuaria a ser um agregado de faculdades estanques.

A criação dessa unidade era um imperativo da própria Lei n.º 3.834 C, que dispunha em seu Art. 2.º, § 3.º que o Poder Executivo devia promover, dentro do prazo de 3 anos, a criação ou agregado à Universidade de uma Faculdade de Filosofa, Ciências e Letras.

Pode parecer, hoje, estranho que a Lei, ao criar uma Universidade, se preocupasse com a falta de uma simples unidade. Convém lembrar que as Universidades só poderiam ser criadas se tivessem as Faculdades de Direito e de Filosofia, Ciências e Letras. As outras eram optativas, só as duas obrigatórias. O parágrafo enxertado no texto da Lei servia para legalizar a criação da nova Universidade, tendo em vista que a Faculdade de Filosofia iria ser criada no prazo de 3 anos, o legislador fez de conta que ela já existisse. Na prática, o jeitinho se revelou inoperante – o simples fato de torná-la imperativo da Lei não a criava e muito menos a punha em funcionamento.

O Brasil debatia-se, como ainda hoje, em crise financeira; não havia verbas sobretudo para a educação, como sempre. O parlamentarismo que se instalara à época, no país, após a renúncia de Jânio Quadros, transformou as soluções dos problemas num autêntico jogo de empurra entre o Executivo e o Legislativo.

Coube ao Poder Executivo, em 08 de novembro de 1962, baixar o Decreto n.º 51.582, firmado por João Goulart, Hermes Lima e Darcy Ribeiro, respectivamente, Presidente, Primeiro Ministro e Ministro da Educação, criando a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal de Goiás.

Mas, entre a data da criação da Universidade – 14 de dezembro de 1960 – e a da criação da Faculdade de Filosofia – 08 de novembro de 1962 – inúmeras lutas foram travadas. Todos na Universidade e no MEC estavam, aparentemente, de acordo, nos altos e baixos escalões, mas o processo já pronto desaparecia nos labirintos ministeriais; uma vez chegou até o Ministro só com a capa, esvaziado que fora de todos os documentos.

A luta não era em campo aberto, mas entre os bastidores, contra inimigos fantasmas. Os inimigos da Faculdade eram nitidamente divididos em dois campos – os que afirmavam que, embora necessária legalmente, podia-se muito bem passar sem ela e os outros que a queriam tão perfeita que a tornavam impossível.

Eram as Faculdades de Filosofia, seja sob o modelo da USP ou como o dos Institutos Centrais de Brasília, verdadeiros focos de fermentação social contra o tradicionalismo e a estagnação. Isto, talvez, faça compreender o porquê de tanta celeuma.

O Magnífico Reitor, Dr. Colemar Natal e Silva, cansado de tantas promessas e delongas, resolveu avançar o sinal, amparado pelo artigo 122 do Estatuto da Universidade, que permitia a criação e o funcionamento de cursos próprios da Faculdade de Filosofia, provisoriamente, em outras unidades.

Na sessão ordinária de 25 de setembro de 1962, o Conselho Universitário permitiu o funcionamento da Faculdade, antes mesmo do Decreto de criação, da competência do Presidente da República.

Guardo em meu arquivo particular o inteiro teor daquela corajosa reunião que não só aprova como define a nova Faculdade – força unificadora do ensino básico da Universidade e não agência incolor de diplomação.

Após a resolução de 25 de setembro de 1962, o Magnífico Reitor Colemar Natal e Silva tomou imediatamente as medidas preliminares para tornar efetiva a criação.

Foram convidados alguns professores para, provisoriamente, até à época do concurso, trabalharem na estrutura da nova Faculdade e, ao mesmo tempo, foi constituída uma Comissão composta pelos Professores Egídio Turchi, Orlando de Castro e Floracy Amaral Rebouças, para divulgar o acontecimento, tendo em vista os próximos exames vestibulares. Coube ao Prof. Genesco Ferreira Bretas a tarefa de preparar o Regimento da Nova Faculdade.

Percorremos os colégios de Goiânia e, após alguns dias de intensa propaganda, começamos cursos preparatórios par aos exames vestibulares da nova Faculdade no Instituto França à Rua 29 – Centro.

A reação foi mais violenta do que era lógico esperar, o próprio Conselho Universitário se assustou diante das críticas generalizadas. Publicou-se nos jornais que não havia verbas para a abertura de novos cursos, que não era esta a forma de criar uma nova Faculdade, que não sendo legal, seus diplomas não teriam valor e os alunos perderiam seu tempo. E eis que, no dia 14 de novembro de 1962, o Diário Oficial da União publicou o Decreto de criação da nova Faculdade. Reuniram-se no Gabinete do Magnífico Reitor os professores Egídio Turchi, Atico Frota Vilas Boas da Mota, Gilberto Mendonça Teles, Genesco Ferreira Bretas, Celenita Amaral Turchi, Genesy de Castro e Silva, Moema de Castro e Silva Olival, Floracy Amaral Rebouças e o futuro Secretário Sérgio Dias Guimarães. Foi a primeira reunião de professores da Faculdade de Filosofia.

Se a resolução de 25 de setembro do Conselho Universitário foi o primeiro passo, se o Decreto de 08 de novembro deu-lhe sanção legal, aquela reunião representou, para nós, o momento em que a Faculdade começou a existir de fato. À noite, com os alunos do Curso Preparatório em funcionamento há mais de um mês, houve uma grande festa de comemoração e regozijo.

No dia 14 de novembro, nos primeiros anos, era festejado solenemente o aniversário da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UFG.

Em 17 de dezembro de 1962, foram realizados os exames vestibulares e, em fevereiro de 1963, a 2.ª época.

Inicialmente, funcionaram apenas 4 cursos: Letras, Pedagogia, Matemática e Física. As aulas começaram no dia 04 de março de 1963. A administração, no primeiro ano, era assim constituídas:
Diretor – Egídio Turchi
Vice-Diretor – Atico Frota Vilas Boas da Mota
Primeiro Secretário – Sérgio Dias Guimarães
Primeira e única funcionária durante o ano de 1963 – Maria Amélia Silva.

Corpo Docente da Faculdade de Filosofia no primeiro ano de funcionamento:
Letras:
Ático Frota Vilas Boas da Mota – Espanhol
Celenita Amaral Turchi – Italiano
Egídio Turchi – Latim
Genesy de Castro e Silva – Literatura Francesa
Gilberto Mendonça Teles – Literatura Brasileira
Gudrum Rademacher – Alemão
Helena Mascarenhas Falluh – Inglês
Pe. José Pereira de Maria – Cultura Brasileira
Louvercy Olival – Lingüística
Maria França Gonçalves – Gramática Francesa
Maria Helena de Souza – Inglês
Mário Carmo da Costa – Inglês
Moema de Castro e Silva Olival – Língua e Filologia Portuguesa
Neide de Faria – Francês Prático
Robinete Sant’Ana – Inglês
Waldir Luís Costa – Literatura Portuguesa

Depoimento publicado na Letras em Revista do Instituto de Ciências Humanas e Letras/UFG, v. 1 n.1/2 jan./jun. 1990.

Instituto de Ciências Biológicas

  • BRUFGICB
  • Entidade coletiva
  • 1968
O Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás foi criado pelo Decreto n.º 63.817 de 16 de dezembro de 1968, quando foi aprovado o Plano de Reestruturação da Universidade. O curso central de graduação é o de Ciências Biológicas, implantado há 25 anos, nas modalidades de Licenciatura e Bacharelado em Biomedicina e Biologia. Em nível de pós-graduação, o ICB oferece o Mestrado e Doutorado em Biologia e em Ecologia. A pós-graduação em Biologia, implantado há vários anos, dispõe de uma Coordenação Geral e área de concentração em Biologia Celular e Molecular.

Instituto de Estudos Sócio-Ambientais

  • BRUFGIESA
  • Entidade coletiva
  • 1996

O Instituto de Estudos Sócio-Ambientais ( IESA) surgiu como Unidade de Ensino da UFG no final de 1996, em conseqüência do desmembramento do então Departamento de Geografia do Instituto de Química e Geociências (IQG). Esta separação possibilitou a autonomia administrativa e acadêmica do curso de Geografia, permitindo que esta área de conhecimento desse um salto qualitativo, principalmente nas suas atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Como o próprio nome indica, o IESA pretende ampliar seu campo de atividade, originalmente restrita à área de Geografia. Meio Ambiente e Turismo são duas áreas em que já vêm sendo desenvolvidas atividades de pesquisa. Mas o maior volume das atividades acadêmicas do Instituto ainda continua centrado na área já bem consolidada da Geografia.

Instituto de Matemática e Estátistica

  • BRUFGIME
  • Entidade coletiva
  • 1996

Administrativo

O Instituto de Matemática e Estatística- IME- da UFG foi criado em 05/09/1996 (publicação no Diário Oficial) com a aprovação do atual Estatuto e Regimento da UFG e sua instalação deu-se em 10/10/1997. A sua criação ocorreu com o desdobramento do Instituto de Matemática e Física (IMF) em três institutos: IME, IF e INF. O IMF foi criado em 1964 e era composto em 1996 dos Departamentos de Matemática (criado em 1971), Física (criado em 1971), Estatística e Informática (criado em 1975). O IME foi composto pelos professores de Matemática e Estatística, sendo que para viabilizar a criação do Instituto de Informática uma vaga de Estatística do IME foi emprestada ao referido Instituto.

A recomposição da mesma está prevista. Os servidores técnicos administrativos do IMF também foram relatados nos novos Institutos (Física, Informática e IME). A primeira diretora do IME foi a professora Ilka Maria de Almeida Moreira (1996-1997), a primeira vice-diretora a profa. Gisele Araújo Prateado Gusmão (1996-1997) e a coordenadora administrativa, técnica em assuntos educacionais, a servidora Marina Maria Porto de Castro.Esta composição de direção ocorreu em função da Direção do IMF à época assumir a direção do IME e a coordenadora do curso de matemática assumir a vice-direção, em eleição realizada no Conselho Diretor do IME e em razão do compromisso do chefe do departamento de matemática, prof. Ronaldo Alves Garcia, de não assumir o cargo de vice-direção conforme previsto nas regras de transição do atual Estatuto.

O segundo diretor do IME, prof. Ronaldo Alves Garcia conjuntamente com o vice-diretor prof. Maurílio Márcio Melo foram empossados em março de 1998, tendo mandato previsto até março de 2002. A eleição foi realizada no Conselho Diretor do IME em reunião especificamente convocada para este fim pela diretora interina à época, profa. Gisele Araújo Prateado Gusmão, substituindo a profa. Ilka Maria de Almeida Moreira que assumiu o cargo de pró-reitora de administração e finanças na gestão do reitorado (1998-2001).

Acadêmico

Inicialmente descreveremos a trajetória do Departamento de Matemática do IMF que conforme mencionado, foi criado em 1971, enquanto a UFG foi criada em 1960.

Na estrutura colegiada da UFG que vigorou até 1996 o Departamento de Matemática da UFG foi o responsável pela oferta de disciplinas, na área de sua competência, para todos os cursos de graduação da universidade. No final da década de 80 e início da década de 90, fruto de várias mudanças ocorridas na UFG, principalmente com respeito a formação de professores, o Departamento de Matemática passou a ser o responsável pelo curso de matemática ( licenciatura e bacharelado) e iniciou uma reformulação no curso. Inicialmente em 1998-1989 uma ampla discussão ocorreu no Departamento que consolidou com a implantação da grade curricular em 1992. Além do modelo teórico, uma política de valorização do curso deu-se início no Departamento. Os resultados deste trabalho começaram a aparecer com a formação de professores, com a realização de eventos, com a elaboração e execução de projetos de ensino e com a instalação de laboratórios.

O mestrado de matemática criado em 1973, contando com o pioneirismo de professores foi criado em condições adversas e somente a partir de 1996 passou a contar com financiamento da CAPES. No período (1973 -1995) um total de 18 mestres concluíram o referido curso, sendo na sua totalidade dedicado ao ensino superior em diversas universidades federais. Destes, 09 prosseguiram na qualificação e concluíram em outros centros o doutorado em matemática no período de 1988-1999. No período de (1996-2000) 26 mestres concluíram o referido curso.

Uma marca acadêmica do IMF, extinto em 1996, foi a sua política de qualificação docente. Vários professores, hoje já aposentados contribuíram significativamente para a sustentação desta política. O Departamento de Matemática consolidou esta política no início da década de 90, e é meta do IME qualificar todos os seus docentes (nível de doutorado) nos próximos anos.

Os cursos de graduação no interior, Catalão (criado em 1988), Rialma (criado em 1993) e Jataí (criado em 1996) conta com a participação do IME, na coordenação direta e na parceria acadêmica.

O regimento do IME foi aprovado pelo Conselho Diretor do IME em julho/2001 e atualmente o mesmo está sendo analisado nos Conselhos Superiores da UFG

Instituto de Informática

  • BRUFGINF
  • Entidade coletiva
  • 1996

A Universidade Federal de Goiás tem se constituído em uma instituição de referência no ensino e pesquisa em Computação e Informática no Estado de Goiás, desde a década de 70 com a criação do Departamento de Estatística e Informática (DEI). Em 1983, foi criado o Curso de Bacharelado em Ciências da Computação cuja primeira turma ingressou em 1984. O curso foi reconhecido, através da portaria 431/88 do MEC.

Em 1996, o DEI deu origem ao Instituto de Informática (INF), uma unidade autônoma da UFG, que visa buscar a excelência no ensino, na pesquisa e na extensão universitária na área de computação. Em 1998, o Instituto também passou a coordenar o Projeto Genesis no Estado de Goiás, e foi o responsável técnico pela instalação da Rede ATM na UFG (UFGNet). Graças ao êxito da UFGNet Goiânia foi um dos quatorze pólos nacionais de pesquisa do Projeto REMAV (Redes Metropolitanas de Alta Velocidade), projeto patrocinado pelo CNPq, que foi utilizado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, através da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), como ponto de partida para a ligação das instituições de pesquisa brasileiras à Internet 2.

Nos anos que se seguiram, além das atividades no bacharelado em Ciências da Computação, o INF passou a oferecer diversos cursos de especialização lato-sensu. Em 2004, foi criado o programa de Mestrado stricto sensu em Ciência da Computação com recomendação da CAPES, cujo principal objetivo é formar profissionais altamente capacitados para atuar na pesquisa, docência e desenvolvimento de tecnologias na área de Computação, adaptados às exigências da sociedade regional e do país.
O INF tem despendido um grande esforço nos últimos anos visando ampliar e capacitar o corpo docente, através da contratação de novos doutores e da liberação de professores mestres para cursar doutorado em universidades de renome, dentro e fora do país.

Além disso, vários projetos de pesquisa com financiamento foram ou estão sendo desenvolvidos e grupos de pesquisas permanentes foram criados. O espaço físico do INF foi expandido, permitindo a instalação de novos laboratórios de ensino e pesquisa. No mais, o acervo da Biblioteca Central da UFG é constantemente ampliado com a aquisição de livros atualizados sobre assuntos da área de computação.

Instituto de Química

  • BRUFGIQ
  • Entidade coletiva
  • 1979

O curso de Química teve seu primeiro vestibular realizado em 1979 e foi reconhecido pelo Decreto Federal Nº 415, de 06/10/83.

Inicialmente, o curso funcionou em regime de créditos semestral com duração mínima, para integralização curricular, de 8 semestres e máxima de 14 semestres.

A formação do licenciado em Química correspondia a um mínimo de 202 créditos, equivalentes a 3180 horas de atividades. A partir de 1984 (Resolução 204/84), passou a ser ministrado sob regime anual com duração mínima de 5 anos, num total de 3204 horas.

Os cursos iniciavam a partir de um tronco comum e se diferenciavam a partir da 2ª série. Para os alunos ingressantes a partir de 1988, os Cursos de Licenciatura e Bacharelado em Química se diferenciavam apenas a partir da quarta série (Resolução 270/87), com carga horária de 3360 e 3540 horas, respectivamente.

A partir de 1992 (Resolução 334/92), os cursos retornaram a duração de 4 anos e se diferenciavam apenas na última série, perfazendo um total de 3004 e 3396 horas, respectivamente.

Em 2002, com a aprovação do novo Regulamento Geral dos Cursos de Graduação – RGCG, a UFG retorna ao regime semestral, e os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Química, para os ingressantes a partir de 2004, passam a ter duração máxima para integralização curricular de 14 semestres e carga horária de 2984 e 3192 horas, respectivamente (Resolução Nº 710/05-CEPEC), incluindo-se as 200 horas de atividades complementares.

Os alunos optam pela modalidade Licenciatura ou Bacharelado a partir do 3º semestre.

Ipê Rosa

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