Cotidiano Escolar

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Educação campo/ribeirinha no Amazonas: vozes de um cotidiano.

E a escola que nasce nessa realidade não escapa de viver as particularidades desse cotidiano,na medida emque constrói,a partir daí, um jeito diferente de se fazer educação, materializando-se naquilo que, para Souza (2005),constitui-se no “Currículo das águas”.

O cotidiano do grupo escolar “Dr. Brasil caiado” (1926-1929).

O objetivo deste estudo é analisar o cotidiano do grupo escolar “Dr. Brasil Caiado”entre 1926 e 1929, tendo como foco o tempo escolar com os seus acontecimentos ordinários e extraordinários, e como os professores, funcionários e o diretor do escolar os vivenciaram.

O cotidiano na escola e a escola no cotidiano ribeirinho/pantaneiro.

Cotidiano de crianças ribeirinhas/pantaneiras, eis o espaçotempo narrado neste texto. Busca-se aproximar forças da narrativa (Benjamin, 1996) e do cotidiano (Certeau, 1994,1996) como maneira de pensar a educação num contexto escolar próprio e o currículo pensado/praticado pelos sujeitos que compõem seus saberes/fazeres cotidianamente. Foram utilizados como instrumentos de registros da pesquisa, o diário de campo, rodas de conversas com crianças e professores, numa turma multisseriada de 1º, 2º e 3º anos. Problematiza-se nesse estudo: Que sentido de escola as crianças no/do campo vivenciam? Como a organização escolar/curricular acolhe as crianças? Esta pesquisa traz encontros com singularidades de infâncias e multiplicidades de sentidos que dinamizam os espaços coletivos dentro e fora da escola.

Uma experiência de dançar cotidianamente na EJA: projeto let´s dance.

Eixo 4. O projeto pedagógico Let’s Dance foi efetivado por oito anos, interruptamente, em uma escola pública de Belo Horizonte – MG. Entre outros objetivos buscou oportunizar o contato com a cultura artística, a apropriação de outros espaços além da sala de aula e também fora da escola, como locais de aprendizagem, o reconhecimento da intenção do gesto como forma de comunicação das emoções e das histórias de vida. Foi motivador de minha pesquisa de mestrado em educação e se revelou como contributo para a tessitura do conhecimento e emancipação do público da modalidade EJA, detentor de uma dívida social de educação ao serem excluídos de um ambiente formal de aprendizagem na infância ou adolescência. Fundamentado na legislação educativa e nas orientações curriculares do MEC, os praticantespensantes do currículo vivenciaram no projeto o desenvolvimento da corporeidade, a valorização da cultura corporal, a utilização de linguagens não-verbais como forma de comunicação e expressão das histórias de vidas.