A participação das jovens no espaço virtual (blog) e sua organização em um coletivo surgiu como estratégia para fortalecer a participação das mulheres no âmbito do movimento hip hop. Nossa proposta de trabalho objetivou analisar a atuação das jovens grafiteiras no espaço virtual (blog), considerando as práticas educativas desse coletivo no que colaboram - via estratégias de cyberativismo - para dar visibilidade as desigualdades de gênero no interior do movimento hip hop.
O Trabalho selecionado apresenta uma discussão sobre a questão do conhecimento na contemporaneidade, especificamente no seio da universidade, de modo a traçar apontamentos sobre a nova conjuntura do saber em ascensão, visando à formação de uma cidadania planetária. Nessa direção, a ecologia de saberes apresenta-se como categoria basilar de nossa reflexão.
O texto aqui apresentado é um recorte de uma pesquisa de doutoramento em Ciências da Educação em curso. Tem como tema a gestão do trabalho pedagógico dos professores do campo e autonomia docente frente às políticas educacionais de regulação.
Com a implantação do Programa Brasil Alfabetizado, na sua primeira versão, aberto a todos os grupos que assim o desejassem, muitas Igrejas apresentaram suas propostas e abriram turmas.
Discorrer sobre o pensamento negro no cenário educativo e educacional torna imperativa uma breve revisão no passado do movimento negro para que se compreenda a sua proatividade intelectual. A educação foi assumida pelos movimentos sociais historicamente como uma de suas bandeiras de luta mais importantes.
Discutir a adolescência requer uma sensibilidade interdisciplinar, pois se deve observar a mesma não apenas como uma fase da vida biológica, mas também como um fenômeno social onde se permeia um amplo contexto histórico e cultural que tem origem nas relações sociais. Conceitualmente a adolescência pode ser definidae interpretada a partir de diversas concepções, uma vez que trata de uma etapa ou fase da vida humana marcada pelo crescimento e desenvolvimento físico, além de grandes transformações biopsicossociais.
A conquista do indígena brasileiro ao direito à escolarização remete à concretização de um desafio cotidiano, visto que, a concepção de escola deveria refletir o pensamento de cada etnia, os próprios processos de aprendizagem e de difusão do saber e o ensino da língua materna enquanto elemento identitário. Em outras palavras, essa reflexão poderia ser entendida como os pilares da resistência de cada povo.
Este texto apresenta parte dos resultados de uma pesquisa financiada pela capes. A pesquisa teve como objetivo mapear o desenho institucional construído para a implementação das políticas de igualdade racial no âmbito educacional, no município do Recife, analisando as representações construídas sobre alguns conceitos que permeiam o campo de discussão sobre as relações raciais ao mesmo tempo em que buscava desvelar as lutas e tensões no processo de materialização destas políticas.