Esse trabalho questiona as ideias e práticas dominantes na educação, na escola, na universidade e na formação de professores, num evidente predomínio da prática, dos conteúdos, da preocupação com o “mercado” e dos recursos midiáticos. As dificuldades no estudo, na escrita e sobretudo na compreensão do lido e ensinado comprometem a aprendizagem e o cultivo do pensamento. Defende maior atenção à formação teórica, às letras e às artes, essenciais ao trabalhador intelectual que, em seu ofício, convive e forma seres humanos.
Neste texto apresentamos alguns dos resultados de uma pesquisa concluída, cujo objeto é formação de professores de História, na modalidade de Educação a Distância (EAD) nas instituições mineiras provedoras – Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) e Universidade de Uberaba (UNIUBE). O objetivo foi analisar os projetos político-pedagógicos, os currículos, os saberes e as práticas pedagógicas nos cursos de formação inicial de professores de História, na modalidade EAD, focalizando os aspectos fragilizadores e potencializadores. A pesquisa situa-se no campo da abordagem qualitativa, sendo realizado um estudo de caso múltiplo. Os dados obtidos evidenciaram diversas fragilidades como: o desconhecimento do PPP e a fragmentação dos conteúdos. E, apresentaram potencialidades, como: o comprometimento dos professores com a prática pedagógica e a formação docente.
Neste artigo estudaremos a gênese do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), que tem por finalidade ofertar educação superior, gratuita e de qualidade para professores em exercício na rede pública de educação básica sem formação superior ou mesmo que atuam em área distinta à sua formação. Analisaremos o papel do Estado na elaboração e implementação do PARFOR por meio das iniciativas políticas amparadas pelos documentos oficiais como a Constituição Federal, Decretos Legislativos, e Portarias geradores desta política pública educacional.
O artigo se refere à pesquisa de mestrado em que foi realizado um estudo sobre a educação como possibilidade de emancipação do indivíduo, analisando a inclusão dos alunos surdos e/ou com deficiência auditiva no Colégio Estadual Pandiá Calógeras/SG/RJ vinculado à Coordenadoria Metropolitana II da Secretaria de Estado de Educação/SEEDUC-RJ.
Eixo 8. Esta pesquisa nos/com os cotidianos de uma turma do curso de Pedagogia da UERJ se propõe a investigar as redes de conhecimentos e significações sobre gênero e sexualidades tecidas pelas estudantes nos espaçostempos de formação dentrofora da universidade com a produção de narrativas audiovisuais.
esta pesquisa analisa a formação de professores na sociedade capitalista e os seus descaminhos para uma formação unitária. Para tanto, utilizou-se da análise de diretrizes de Organismos Internacionais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Lei 9.394/1996 e do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº13. 005/2014, e revisão bibliográfica do aporte teórico de Gramsci (1982); Manacorda (2000, 2008); Mascarenhas (2005) e Saviani (2009, 2013). Verificou-se que muitos são os descaminhos que distanciam a formação unitária dos professores como as políticas públicas educacionais brasileiras compromissadas com os ideais neoliberais que incidem sobre a administração, estrutura e organização das instituições formadoras.
Neste trabalho, propõe-se uma reflexão acerca da permanência na crença no mito da democracia racial entre professores da Educação Básica em contextos de formação continuada, entre eles, o projeto “Sala do Educador”,da Secretária de Estado de Educação – SEDUC/MT e cursos relacionados à temática “Relações Raciais”. Os sujeitos da pesquisa são professores da rede estadual de ensino Mato Grosso, sendo que um grupo foi observado na cidade de Cuiabá e o outro em Guarantã do Norte.Verificouse que muitos professores ignoravam um amplo conjunto de conhecimentos acerca das questões raciais no Brasil, produzidos no âmbito das pesquisas na área, bem como suas falas evidenciam uma forte crença no mito da Democracia Racial. Além de repetidamente expressarem a crença na auto-discriminação do negro. Auto-discriminação, Estigmatização; Discriminação racial.
A presente comunicação tem por finalidade discutir, sob o prisma da História da Educação em Minas Gerais, as propostas contidas da Revista do Ensino, no período compreendido entre 1927 a 1937.
Este trabalho é produto de uma pesquisa em desenvolvimento no Programa de Pós‐graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande – FURG em nível de mestrado. Contextualiza o projeto Consórcio Social da Juventude Rural – Sementes na Terra, coordenado pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul
Este trabalho apresenta resultados parciais de uma pesquisa em andamento sobre as práticas artísticas dos licenciandos em Educação do Campo da FaE-UFMG, pertencentes à habilitação em Língua, Arte e Literatura.